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| Pombinhos: Gostam de mim! |
Eu ainda não aprendi a me promover, talvez pelo fato de que eu não sou um produto e sim coração.
segunda-feira, 30 de abril de 2012
quarta-feira, 25 de abril de 2012
Eu não vou mais sentir contigo as agulhadas que a vida ainda vai te dar. Nas festas, onde milhares de pessoas se esbarram, eu não vou nem perceber a sua presença. Quando tu deres o grito mais alto, teu som vai ser perder no teu próprio vazio. Eu não te ouço mais. Causa e consquência. Tu és responsável pelos teus atos e agora vai colher o fruto da tua ingratidão, porque durante esse tempo inteiro que eu estive ao seu lado, nem por um segundo, eu vi você dedicando teu prezado coração ao que realmente é imporante.
Tarde demais, eu anuncio. As noites de conversas, onde eu ficava horas e horas tentando te fazer se sentir melhor, procurando as melhores palavras para te mostrar a verdade sem te atrapalhar em nada se foram. E como dizem: “isso seria realmente cômico, se não fosse trágico”, mas, durante esse tempo, só quem acabou se atrapalhando mesmo fui eu. Dedicação, sangue e sentimento saíram rua a fora pra nunca mais voltar. O meu famoso bom senso foi deixado pra trás quando eu me dei conta que a única experiência adquirida foi de cobaia de um relacionamento fadado ao pó.
Não vou dizer aos outros que estou de cabeça erguida, consciência limpa, renovada e que não sinto. Entenda, estou deixando você para trás pra me reconstruir. Pra juntar os cacos que foram escondidos debaixo do tapete durante esse bom e, ao mesmo tempo, tortuoso ano. As minhas marcas são mais notáveis que a tua indiferença.
Assim como me enganei com certas coisas, com a tua mudança e com um recomeço, lamento, tu também te enganastes. Errou feio quando acreditou que eu seria capaz de perdoar qualquer coisa.
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Das coisas que eu aprendi!
Hoje estava conversando com um amigo e relatando uma situação que estou vivendo atualmente, quando ele me fez a seguinte pergunta: O que você aprendeu com o passado? E então, eu comecei a refletir.
Me surpreendi com a minha reposta, que foi: Talvez não seja tão ruim se decepcionar. “Quê? Ela está louca? Está fora de si?” Não. Explicarei: Decepção sempre vem daquelas pessoas em que investimos o mais puro sentimento de confiança, amizade e amor e ela é uma arma com alto potencial de destruição, né? Mas o que não percebemos é que ela nos dá a oportunidade de retirar de nossos olhos os empecilhos que nos toldam a visão. Nos faz aprender a direcionar tais sentimentos para as pessoas certas.
Gente, uma decepção não serve apenas pra fazer a gente chorar. Ela é muito mais que isso. Assim como a queda nos ensina a levantar, a decepção nos ensina a amadurecer sentimentos e atitudes. Não sei se eu tenho muito cacique pra falar sobre isso, não sei muito sobre a vida, mas posso te afirmar que a melhor coisa pra nos fazer evoluir é a decepção. A decepção de não ser a melhor, a percepção de estar longe de ser a pior. A decepção com as pessoas, a percepção de saber que ninguém é perfeito, por isso você não precisa ser também.
Ok, eu admito. Também não gosto de me decepcionar. Acho uma coisa pra lá de ruim, mas essas decepções me fizeram achar coisas que estavam perdidas dentro de mim e enxergar o mundo por uma nova ótica. Dói? Dói, mas se tem uma coisa que eu aprendi é que “há males que veem para o bem.” E o mais importante: alcool é o gelol da alma. HAUHEUHAUEH
sábado, 21 de abril de 2012
"O Cérebro é o meu segundo órgão favorito."
Woody Allen

Eu achava que a vida fosse uma comédia romântica, mas não é. A vida foi, simplesmente, tropeçar em babacas, escolher a profissão equivocada e beber além da conta. No mais… Bom, não tem “no mais”. Mas neeeeeeem de longe.
Eu só fui conhecer Woody Allen quando o circo já estava armado e eu era a palhaça. Se ele tivesse feito e eu tivesse visto Whatever Works lá com 5 anos de idade, eu teria uma outra perspectiva do amor, da falta de sentido da vida, dos encontros e desencontros e eu certamente não teria me apaixonado por tanto idiota por aí. (ia escrever tomar na bunda, mas achei grosseiro).
Com 1 ano e meio me apaixonei pelo meu tio (bom, pelo menos é o que ele conta até hoje), aos 5 eu me apaixonei pelo He Man. Depois, pelo Ken, o namorado da Barbie. Aos 7, pelo professor de educação física, aos 10 pelo menino mais velho que eu no colégio (que nem sabia que eu existia, evidentemente). E por aí, vai, seguindo no mesmo naipe. Vocês já viram, eu tinha o dedo podre. Como é que alguém se apaixona pelo He Man? Hoje eu acho ele uma tremenda bixona.
Mas ok. Eu vou confessar que eu tenho uma pontinha de inveja daquelas pessoas que desde cedo conseguem enxergar a vida como ela é. Descomplicada, simples, fácil. Sem grandes dramas. Tudo isso porque se eu fosse uma dessas pessoas, eu teria resolvido logo tudo cedo e evitado esquentações de cabeça.
Exemplo? Então…
Tem uma menina que estudava no mesmo colégio que eu quando era criança, a Gisele. Lá, eu acho que na quinta série, por volta dos 11 anos, ela conheceu um menino, o Diego. Ele era engraçado e ela logo prestou atenção nele. Com 12 anos eles começaram a namorar. Com 18, noivaram. E com 20, CASAMENTO! Teve uma festona, eles têm um apartamento, emprego. O Diego? Ele é gente boa toda vida, um pai super responsável. Ah, siiiim, claaaro, eles têm um filhote lindo de morrer. Simpático, esperto, levado. Mas voltando ao assunto, entenderam onde eu quero chegar? Com 12 anos, a danada foi lá e fez tudo que eu acho que só consegui aos 20. Com 12 anos. Enxergou a simplicidade da vida.
Quando ela casou, eu achei uma loucura: “Maaas como assim, essa menina vai casar aos 20 anos sem neeem ter vivido no mundo de Meu Deus? Nããão, eu jamais casaria tão nova, tão sem experiência, sem ter conhecido outras pessoas, sem saber o que eu realmente procuro e espero da vida, dos relacionamentos, das pessoas…”
Honestamente? Cá pra nós, eu sinto um ódio mortal da minha arrogância as 20 anos. Tão burro isso. Aí eu, sabichona, fui viver: “Uau, vou viver, vento embaraçando os cabelos, coração saltitante. Uma pirueta, duas piruetas. Bravo, bravo!” Nossa, uau, como foi divertido dar um pé na bunda atrás do outro naqueles babacas, conhecer esses caras que hoje me fazem ter ânsia de vômito, conseguir porres homéricos e ressaca moral no dia seguinte. E caganeiras. A verdade precisa ser dita: Eu bebo cerveja frequentemente e cerveja dá dor de barriga. Das brabas. Legal. Super bacana.
Sendo assim,eu comecei a redefinir o conceito do que seria viver.
No fundo, a vida é simples. Bem simples. Aí a gente cai numas fantasias megalomaníacas e se embanana toda. Tudo porque temos mania de romantizar tudo. Pelamordedeus. No fundo, mesmo lendo tanto, pensando tanto e filosofando tanto, a gente gosta mesmo é de quem é simples e feliz. A gente não se apaixona por quem vive reclamando e amassando jornais contra a parede. A gente se apaixona por quem vive rindo.
Vou dar uma dica preciosa, algo que li por aí em algum canto. Prestem atenção: Felicidade é a mistura de sorte com escolhas bem feitas. Divino.
Ok, isso parece óbvio. Mas não é. Percebam: Eu sempre descartei qualquer hipótese que fizesse meu futuro se assemelhar com qualquer coisa que fosse menor que perfeito. Eu queria o super emprego, uma paixão dessas de comédia romântica, dessas que a gente apenas vê em filme, mas nunca na realidade. Meu Deus, me convenci. Isso não existe.
Não há perfeição na vida real. E isso minhas amigas, vocês irão ver, é bem legal, acredite.
quinta-feira, 19 de abril de 2012
Pois é...
“Quando você se lembra como é difícil mudar a si mesmo, você começa a entender o quão pouca chance você tem de mudar os outros.”
quarta-feira, 18 de abril de 2012
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| Os melhores dias, as melhores pessoas e os melhores assuntos. |
terça-feira, 17 de abril de 2012
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| Amigos de todos os tempos! |
Isso aqui tá parecendo salada de frutas, eu sei, mas a questão não é essa, antes que alguém me acuse de louca e venha me explicar que eu ainda posso encontrar esses sabores no mercado ali do lado. O que eu sinto, e sinto muito, é que de fato, a gente se acostuma a não sentir mais os gostos. Trocamos a banana por qualquer frutinha sem graça. Evita acerola pra não ter enxaqueca, no meio de outras inúmes negociações infelizes. E o que começou na cozinha, foi se alastrando pela minha vida, até que eu me acostumei a não dar mais boa noite pros meus pais antes de ir dormir, a desistir antes de lutar, a não ter paixão nos relacionamentos, a aguentar desaforos de amigos,a ter o estilo de vida meia-boca mesmo tendo potencial pra ter algo melhor, com o trânsito caótico. Eu jurei, aos 15 anos, que nunca me moldaria, mas hoje eu me acostumei a votar no político menos corrupto, com o gosto do alcool, com o fast-food, com o salto alto, com o dar e não receber. Me acostumei a ter iniciativa quando a real vontade é não precisar fazer nada, a levar sempre a culpa para evitar discussão, a engolir o choro porque eu já cresci. Me acostumei com os dias passando cada vez mais rápido e com a idade chegando.
Então, quando o fim da linha chegou, eu me toquei que estava funcionando em modo automático há muito tempo. Aceitando, naturalizando, engolindo os caroços. Tapando o sol com a peneira. Eu não precisei ir para a cama de um hospital ou ter dias contadinhos. Eu simplesmente me vi correndo às cegas, prendendo-me à coisas e situações desagradáveis por comodismo, por convenção. Vi a minha vida passando e nem passei a mão na bunda dela. Não aproveitei o que, de fato, devia e me dava prazer. Fui simplesmente consentindo.
Eu também pensava que esse quadro não podia mudar, que era um utopia. Mas passei a resgatar os sabores velhos. Eu realmente havia esquecido como era ser a prioridade de alguém, de como era relacionamento familiar, de como meus amigos deveriam fazer parte da minha vida. Comprei um biquini novo e mergulhei no mar como se aquele fosse meu último mergulho. Comprei um picolé e chupei até sentir o gosto da madeira do palito. Fui vivendo desse jeitinho. Vou vivendo desse jeitinho E eu vou viver tudo o que eu posso ainda, intensamente. E eu só vou concordar com aquilo que me convém. E no momento atual, eu já não concordo mais com o tempo perdido e lamentação. Eu vou escrever a melhor história!
sexta-feira, 13 de abril de 2012
O grande e o pequeno
Todo caso de amor tem um grande e um pequeno. Alguém um dia falou, em francês, que em todo caso de amor il y a toujours qui aime et qui se laisse aimer. É mais ou menos a mesma coisa. O pequeno ama, o grande se deixa amar. O grande fala, o pequeno ouve. O grande discorda, o pequeno concorda. O pequeno teme, o grande ameaça. O grande atrasa, o pequeno se antecipa. O grande pede, ou nem precisa pedir, e o pequeno já está fazendo.
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| Por favor mundo, gira e traz ele novamente? |
Não é uma questão de gênero. Existem homens pequenos e homens grandes, mulheres grandes e mulheres pequenas. O temperamento e as circunstâncias influem, mas não determinam. O grande pode ser o mais bem-sucedido dos dois ou não. O pequeno pode ser o mais sensível, mas nem sempre é assim. Muitas vezes o grande é o mais esperto, mas existem pequenos espertíssimos. Depende do caso.Como ninguém descobriu, até hoje, uma regra que permita determinar qual é o grande e qual é o pequeno, só observando o casal mais atentamente.
Na rua, o que anda distraído quase sempre é o grande. Quase sempre, no cinema, o grande só decide comprar pipoca depois que os dois já estão acomodados nas poltronas. O pequeno, então, fica esperando, vigiando, tomando conta para o filme não começar antes de o grande voltar, o que, por algum motivo, seria uma tragédia.
Numa festa, o pequeno deve estar ansioso para que a noite seja boa, principalmente se foi ele que sugeriu o programa. O grande se comportará de maneira indiferente até se embriagar pela música, pela bebida ou pelo ambiente, quando então ficará muito mais animado do que o pequeno. Mesmo que o pequeno dance bem, o grande sempre dançará melhor. O pequeno evita o silêncio porque tem certeza de que a culpa é dele, por isso sempre tem arquivados na cabeça assuntos que possam ser úteis em todas as ocasiões. A calça nova do pequeno dificilmente lhe cai tão bem quanto a do grande, assim como o cabelo do grande está sempre melhor que o do pequeno, ainda que a festa inteira pense exatamente o contrário. O pequeno geralmente se comove com a lua calado, enquanto o grande aponta, olha só a lua. No final da festa é sempre o pequeno que quer ir embora, reservando o melhor da sua alegria para o resto da noite, enquanto o grande se despede dos amigos displicentemente. Mais tarde, o pequeno é macho, é gueixa, é desgraçado, é exclusivo e, se o coração do grande por acaso ouvir seus gritos, que sorte. No dia seguinte, o pequeno estará inevitavelmente preocupado: será que fiz tudo certo? Acho que eu não devia ter dito aquilo. Por que toda vez sou eu que beijo primeiro? Na dúvida, vai correndo procurar o grande, apesar de ter prometido que nunca mais faria isso.
Mas como tudo pode acontecer, senão nada disso ia ter graça, a qualquer momento, por alguma razão, geralmente à noite, imprevisivelmente, o grande pode ficar pequeno, e o pequeno ficar grande de repente. Basta um vacilo, um acaso, um cair de tarde, um olhar mais assim, um furacão, uma inspiração, uma imprudência. Quando isso acontece, é comum o pequeno ficar maior ainda, o que torna automaticamente o grande ainda menor. O ex-pequeno, logo que é promovido a grande, pode se vingar do ex-grande, se seu sofrimento tiver boa memória. Aí, coitado do novo pequeno, vai se arrepender de cada não beijo, cada não telefonema, cada não noite de insônia, cada não desespero, cada não entusiasmo, cada não carinho inesperado, indispensável, inevitável, imprescindível, cada não todas as palavras apaixonadas em qualquer língua do mundo. Ele vai se surpreender com a reviravolta, no começo, mas vai se conformar com sua nova condição de pequeno em seguida. E então vai seguir, cuidadoso e desastrado, na quase inútil intenção de conquistar o grande urgentemente.
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Quem me conhece, já identificou onde eu me encaixo. Bom, apesar disso, o que eu sei é que entre ser “pequeno” ou “grande”, eu quero mesmo é ser alguém que sabe viver intesamente e merecidamente um relacionamento. Mas aí, a distância entre “o que eu quero” e “o que eu sou” é que é o problema…
Esse texto eu transcrevi do livro que eu tô lendo, “O doido da garrafa”, da Adriana Falcão.
quinta-feira, 12 de abril de 2012
Hoje vai tudo sem sentido mesmo, porque eu tô sensível. Tava vendo uma entrevista agora com um casal de velhinhos e eles diziam: “O melhor caminho para o amor é ser amado, ele me dá, eu devolvo, eu cuido dele e ele de mim. Quando as más ações acontecem, tentamos ser compassivos.” Claro que eu me emocionei e até rolaram umas lágrimas. Ok. Quem me conhece mesmo sabe que, no fundo, eu sou besta pra essas coisas. Claro que chorei e muito, na verdade.
Eles nada mais diziam o que eu sempre pensei: O amor é doação e não apenas troca. A troca é uma consequência. “Dar” é algo muito profundo. Você investe uma parte de si mesmo no outro e ama o outro como ama a si mesmo. E como dizem os velhinhos: “ama, cuida, respeita, perdoa, releva e recomeça” diariamente.
Por isso que eu quero amar e quero que a pessoa que esteja comigo tenha coragem para querer a mesma coisa. Pra mim, é preciso comer muito mais do que um quilo de sal juntos. É preciso permanecer depois disso.
Todo mundo devia saber que TODOS relacionamentos têm seus momentos ruins e, diante disso, temos três opções: a) Ir embora – b) permanecer num relacionamento sem amor – c) resolver amar a pessoa com quem estamos. Muitas pessoas optam pela “a” porque a intolerância é gigante e ninguem mais quer viver “pra sempre com”. Eu até compreendo, o “olhar para o lado” é ver um monte de gente disposta a viver coisa nova, mas, infelizmente, os relacionamentos são cíclicos e as dificuldades sempre aparecem como nos relacionamentos anteriores. Uma vez ouvi falar que se você é uma pessoa que abandona o barco, você vai continuar abandonando sempre. Não tô julgando que larga o outro por ele possuir falhas de caráter, isso é outra história… Vocês entenderam, né? É triste, lamentável. Eu sempre fui a pessoa que ficava barco. Por isso, o amor, pra mim, sempre foi uma via de uma mão só, mas eu sei, o meu dia vai chegar, eu só preciso ter calma.
Eu posso até parecer uma menina de 12 anos com o que eu vou falar agora, mas eu ainda acredito, apesar de tudo, que quando você ama alguém verdadeiramente, tudo se é superado (repito: não falo de falta de caráter). Falo dos votos: “na saúde e na doença, na alegria e na tristeza”. É verdade! Um relacionamento só é bom quando os dois estão dispostos a amar continuamente, incondicionalmente e não só dizer “eu te amo”.
Eu espero que ainda haja coragem nesse mundo.
sábado, 7 de abril de 2012
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| Amigas de verdade não ligam se a foto foi tirada do fundo do baú e ta bizarra! |
sexta-feira, 6 de abril de 2012
Quanto vale você?
Peça para um publicitário descrever o botão de uma camisa. Você ficará deslumbrado com tantas funcionalidades que ele vai achar para o botão e vai até mudar o seu conceito sobre o pobre botãozinho.
Peça para uma pessoa apaixonada descrever a pessoa amada, aquela pessoa bem "feiazinha" que você conhece desde a infância e vai até pensar que ele está falando de outra pessoa. O apaixonado enche a descrição de delicadezas, doçuras e gentilezas, transformando a fera em bela em instantes.
Peça para um poeta descrever o sol e a lua, e você vai se encantar pelos poderes apaixonantes da lua, pela beleza do sol que irradia seus raios como se fossem gotas do milagre divino no arrebalde da tarde quente onde o amor convida os apaixonados para viver a vida intensamente.
Peça para um economista falar da economia mundial e tome uma lição de números e mercados, bolsas e câmbios oscilantes, inflação e mercados emergentes, e se não sair de perto, vai acreditar que, em breve, teremos a maior recessão da história e que a China é o melhor lugar do mundo para se viver.
Agora, peça para uma pessoa desanimada ou depressiva falar da vida, do sol, da lua, dos botões das rosas e do amor para você ver, pegue um banquinho e um lenço e sente-se para chorar. É só reclamação, frustração, dores, misérias e desconfiança em geral. Você sente a energia lhe contaminando, vai fazendo mal, vai lhe deixando sem forças, porque os desanimados, os reclamões e depressivos tem o poder vampiresco de sugar energias do bem e transformar em medo. E o medo paralisa as pessoas de tal forma que fica difícil até o mais simples pensar.
E você? Como é que descreve a sua vida? Quem é você para você mesmo? Como seria um comercial da sua vida? Como você venderia o produto "você"?
Você é barato, tem custo acessível ou é daquelas figuras caras , daquelas que não tem tempo para perder com a tristeza e com o passado?
Você tem 1001 utilidades? Aliás, você vive em que século mesmo?
São os seus olhos que refletem o que vai na sua alma, e o que vai na sua alma se reflete na qualidade da vida que você leva. É o seu trabalho que representa o seu talento, ou não?
Por isso, não tem outro jeito, seja o melhor divulgador de você mesmo, valorize-se, esteja sempre pronto a dar o seu melhor, com o seu melhor sorriso, com sua melhor roupa, com seu melhor sentimento, com suas melhores intenções, com sua gentileza sempre pronta para entrar em ação.
Seja Omo, seja Brastemp, Lux de luxo, e se for chocolate, que seja logo Godiva, suiço e caro, porque gente especial igual a você não existe em nenhum mercado, e tem que valer sempre mais.
Valorize-se! Não importa o que você faz, importa sim como você faz, isso sim, faz toda diferença.
Peça para um poeta descrever o sol e a lua, e você vai se encantar pelos poderes apaixonantes da lua, pela beleza do sol que irradia seus raios como se fossem gotas do milagre divino no arrebalde da tarde quente onde o amor convida os apaixonados para viver a vida intensamente.
Peça para um economista falar da economia mundial e tome uma lição de números e mercados, bolsas e câmbios oscilantes, inflação e mercados emergentes, e se não sair de perto, vai acreditar que, em breve, teremos a maior recessão da história e que a China é o melhor lugar do mundo para se viver.
Agora, peça para uma pessoa desanimada ou depressiva falar da vida, do sol, da lua, dos botões das rosas e do amor para você ver, pegue um banquinho e um lenço e sente-se para chorar. É só reclamação, frustração, dores, misérias e desconfiança em geral. Você sente a energia lhe contaminando, vai fazendo mal, vai lhe deixando sem forças, porque os desanimados, os reclamões e depressivos tem o poder vampiresco de sugar energias do bem e transformar em medo. E o medo paralisa as pessoas de tal forma que fica difícil até o mais simples pensar.
E você? Como é que descreve a sua vida? Quem é você para você mesmo? Como seria um comercial da sua vida? Como você venderia o produto "você"?
Você é barato, tem custo acessível ou é daquelas figuras caras , daquelas que não tem tempo para perder com a tristeza e com o passado?
Você tem 1001 utilidades? Aliás, você vive em que século mesmo?
São os seus olhos que refletem o que vai na sua alma, e o que vai na sua alma se reflete na qualidade da vida que você leva. É o seu trabalho que representa o seu talento, ou não?
Por isso, não tem outro jeito, seja o melhor divulgador de você mesmo, valorize-se, esteja sempre pronto a dar o seu melhor, com o seu melhor sorriso, com sua melhor roupa, com seu melhor sentimento, com suas melhores intenções, com sua gentileza sempre pronta para entrar em ação.
Seja Omo, seja Brastemp, Lux de luxo, e se for chocolate, que seja logo Godiva, suiço e caro, porque gente especial igual a você não existe em nenhum mercado, e tem que valer sempre mais.
Valorize-se! Não importa o que você faz, importa sim como você faz, isso sim, faz toda diferença.
Escrito por Paulo Roberto Gaefke
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Liga das Florestas
Boa noite Caros amigos,
Hoje vim falar sobre o Greenpeace, que é uma organização global e independente que atua para defender o ambiente e promover a paz, inspirando as pessoas a mudarem atitudes e comportamentos. Investigando, expondo e confrontando crimes ambientais, desafiamos os tomadores de decisão a rever suas posições e adotar novos conceitos. Também defendemos soluções economicamente viáveis e socialmente justas, que ofereçam esperança para esta e para as futuras gerações.
O Greenpeace começou uma campanha pela lei de Desmatamento Zero. Trata-se de uma iniciativia popular, nos moldes do Ficha Limpa. Se atingirmos a marca de 1,4 milhão de assinaturas, o Congresso Brasileiro será obrigado a colocar o projeto de lei em votação.
Se você apoia esta ideia, participe. Assine a petição, compartilhe com seus amigos e faça valer seu direito de escolher os rumos do país. Contamos com vocês!
Um abraço.segunda-feira, 2 de abril de 2012
O tempo tem passado assustadoramente rápido. E junto com a velocidade com que as coisas andam, parece que dia após dia já não me reconheço mais. Se ontem pensava 8, hoje penso 12. Se ontem eu tinha saudades, hoje eu sinto alívio.
Tenho sentido de novo o gosto de coisas simples que eu havia deixado pra trás sem nem ao menos perceber.
O cheirinho de terra molhada quando chove, o beijo de boa noite da minha mãe, um café em boa companhia, uma mensagem de alguém
que realmente se preocupa com o meu bem estar.
A vida tem me mostrado uma face um pouco mais colorida das coisas, e apesar de tudo estar tão acelerado, tão diferente, eu voltei a sentir.
Sentir alegria ao acordar e receber um bom dia, sentir um conforto ao conversar com gente amiga, mais amiga de verdade dessa vez, sentir saudades ao receber mensagens, sentir que ainda posso me apaixonar, sentir segurança ao perceber que tudo está caminhando pra colheita dos frutos que eu venho cultivando há séculos!!!!
Eu cresci, e isso já não me dói como antes, pelo contrário, eu aprendi a lidar com os passos em falso de uma maneira inexplicavelmente madura, e confesso que eu nem sei quando foi que isso tudo se deu.
Aprendi a confiar desconfiando, aprendi a levantar mais forte depois das quedas, aprendi a perdoar e o mais importante...aprendi a me pedoar!
Joguei fora tudo aquilo que eu levava dentro de mim, e que não me fazia bem, abandonei velhos hábitos que já não me serviam, e me abri a todas as novas possibilidades.
Aprendi o valor da palavra RECIPROCIDADE, que tem sido a nova base pras minhas crenças. Deixei de lado meus pré conceitos, deixei de lado o medo, deixei de lado os arrependimentos, deixei pra trás, porque já diria o velho ditado popular: quem vive de passado é museu!
Agora os sorrisos andam me comovendo como nunca, e quando vejo, me apaixono pela vida, por vidas, e vou novamente preenchendo os buracos causados pelos tropeços.
Eu estou me permitindo. O tempo agora é meu. Os coadjuvantes dessa história podem ser promovidos a qualquer momento. Aqui tudo é válido. Sou eu quem distribuo os autógrafos!
Tenho sentido de novo o gosto de coisas simples que eu havia deixado pra trás sem nem ao menos perceber.
O cheirinho de terra molhada quando chove, o beijo de boa noite da minha mãe, um café em boa companhia, uma mensagem de alguém
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| E por falar em tempo: Estilo pin-up |
A vida tem me mostrado uma face um pouco mais colorida das coisas, e apesar de tudo estar tão acelerado, tão diferente, eu voltei a sentir.
Sentir alegria ao acordar e receber um bom dia, sentir um conforto ao conversar com gente amiga, mais amiga de verdade dessa vez, sentir saudades ao receber mensagens, sentir que ainda posso me apaixonar, sentir segurança ao perceber que tudo está caminhando pra colheita dos frutos que eu venho cultivando há séculos!!!!
Eu cresci, e isso já não me dói como antes, pelo contrário, eu aprendi a lidar com os passos em falso de uma maneira inexplicavelmente madura, e confesso que eu nem sei quando foi que isso tudo se deu.
Aprendi a confiar desconfiando, aprendi a levantar mais forte depois das quedas, aprendi a perdoar e o mais importante...aprendi a me pedoar!
Joguei fora tudo aquilo que eu levava dentro de mim, e que não me fazia bem, abandonei velhos hábitos que já não me serviam, e me abri a todas as novas possibilidades.
Aprendi o valor da palavra RECIPROCIDADE, que tem sido a nova base pras minhas crenças. Deixei de lado meus pré conceitos, deixei de lado o medo, deixei de lado os arrependimentos, deixei pra trás, porque já diria o velho ditado popular: quem vive de passado é museu!
Agora os sorrisos andam me comovendo como nunca, e quando vejo, me apaixono pela vida, por vidas, e vou novamente preenchendo os buracos causados pelos tropeços.
Eu estou me permitindo. O tempo agora é meu. Os coadjuvantes dessa história podem ser promovidos a qualquer momento. Aqui tudo é válido. Sou eu quem distribuo os autógrafos!
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